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Arquitetura arrojada, espaços convidativos, pufes confortáveis, estantes coloridas e recursos tecnológicos modernos. A Biblioteca de São Paulo nasceu para transformar o espaço do Parque da Juventude e mudar o padrão “standard” das bibliotecas públicas.
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Com 144 anos de tradição, uma instituição de ensino da região de Boston, EUA, decidiu encerrar as atividades da sua velha biblioteca.
Parece muito radical numa visão conservadora, mas a Cushing Academy está descartando todo o seu acervo com mais de 20 mil livros impressos para dar lugar a uma biblioteca considerada dentro dos padrões do século XXI.
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Diariamente, essas perguntas surgem naturalmente de modo irritante e constante, mostrando que nem tudo são flores nesse mundo da informação farta e acessível. Uma coisa eu sei: se tudo estivesse bem na área, as perguntas seriam outras.
9Ultimamente venho pensando como as bibliotecas e serviços de informação em geral podem tirar vantagem com os recursos da web 2.0 para melhorar e ampliar o seu atendimento.
Às vezes, as bibliotecas possuem seus próprios sites e não exploram adequadamente esse espaço. Além do processamento técnico e disponibilização do material fisicamente, essas instituições devem se posicionar [...]
0A comunidade Library 2.0 traz diversas informações sobre as aplicações do conceito da biblioteca 2.0, fóruns de discussão, artigos de blogs e calendário de eventos, entre outras coisas interessantes.
0Apresentação de K. G. Schneider sobre as tecnologias de informação disponíveis, a web 2.0 e o que as bibliotecas podem fazer para aproveitar tudo isso e melhorar os seus serviços.
0Esse diagrama representa o modelo da biblioteca universitária 2.0 idealizado por Michal C. Habib em seu trabalho de mestrado. O conceito dessa biblioteca busca uma maior dinâmica do serviço de informação com o objetivo de oferecer serviços que atendem às necessidades dos seus usuários. Para isso, não basta oferecer um bom acervo e um bom [...]
O AUTOR
Alexandre Berbe, paulistano, formado pela ECA/USP, bibliotecário da Biblioteca Virtual. Interessado em arquitetura de informação, internet móvel, bibliotecas digitais, redes sociais e cibercultura, acredita que a biblioteconomia pode fazer a diferença no mundo. Tuiteiro, blogueiro e corinthiano, é fã do Wordpress, detesta dias de chuva e o trânsito de São Paulo, gosta de andar na sua bike e adora um cinema com pipoca no fim de semana. :-)
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