O que acontece com a sua vida digital quando você morre?
16 fev 2012
Morri. E agora, o que acontece com as minhas milhares de contas nas redes sociais?
Se você partiu desse plano existencial e passou dessa para uma melhor, provavelmente essa pergunta passou pela sua cabeça. Provavelmente, não existe acesso à internet no outro mundo para que alguém envie um tweet “aqui no céu tá quente como no inferno” ou para fazer o upload daquela foto ao lado de São Pedro na sua timeline do Facebook.
Só para ter uma ideia, estima-se que morreram 1,7 milhão de usuários do Facebook em 2011. Quando o fim chega, as redes sociais permitem que os parentes ou amigos próximos do usuário façam a cópia dos seus conteúdos e fechem as suas contas. Claro que para isso é necessário apresentar provas do seu óbito, como dados pessoais, grau de relacionamento e documentação que ateste a morte.
Para “matar” a curiosidade sobre esse tema, o Life Insurance Finder criou o infográfico em vídeo acima com dados sobre assunto. No site deles, há também uma página específica sobre redes sociais, preservação digital, direito de privacidade e arqueologia digital.
Campus Party não é um evento de tecnologia
14 fev 2012

Você sabe o que é a Campus Party?
Provavelmente a maioria das pessoas pode dizer que a Campus Party é apenas um grande evento de tecnologia, informática e nerdices diversas. Na minha modesta opinião, não é bem assim.
Em 2012, a Campus Party chegou na sua quinta edição. Foi a minha segunda participação como campuseiro. Como moro em São Paulo, e mesmo sabendo das dificuldades de locomoção nessa caótica cidade, preferi optar por uma inscrição sem o camping. Meu lado altruísta falou mais alto e pensei que deveria ceder essa facilidade a quem realmente precisa. Afinal, muitos participantes vêm de outras cidades, estados e até mesmo de outros países. Além disso, não sou o tipo de cara que topa dormir no chão sabendo que a minha confortável cama está tão perto.
O que eu quero dizer é que, para algumas pessoas, a experiência de participar de uma Campus Party é mais intensa e completa vivendo o evento 24 horas por dia. Talvez seja verdade. Quem sabe um dia eu não encaro os percalços de morar uma semana inteira numa barraca. Enfim…
Voltando ao que interessa, a minha opinião é que a Campus Party não é um mero evento sobre tecnologia. Sinceramente, a tecnologia lá é o de menos. O que interessa de verdade na Campus Party são outras coisas.
Primeiro, é o contato com as “arrobas” que a gente conhece apenas pela tela do computador. É um lugar onde o digital ganha voz, sotaque e movimento. Talvez essa seja a maior graça do evento, a socialização e o calor humano (além do tórrido calor de verão, ufa!).
É uma profusão de conhecimento. Quando a Campus Party termina, as pessoas voltam para casa diferentes, mais conscientes sobre como podem mudar radicalmente o mundo. Ou, pelo menos, terão ferramentas para mudar para melhor a sua realidade em casa, no trabalho, nos estudos e na sua comunidade. As palestras, mesas de debate, oficinas e o bate-papo informal entre os sete mil campuseiros geram um conhecimento vasto que são de grande valia na vida pessoal e profissional dos participantes.
Possui um perfil empreendedor? A Campus Party é fantástica para debater e se informar sobre o assunto. Há muitas atividades que tratam sobre o empreendedorismo digital, tornando o local num verdadeiro encontro de negócios. Ou você tem um e vai lá para fazer um marketing básico, ou você está disposto a desenvolver um e não sabe muito bem por onde começar.
Por que não dizer que a Campus Party é também um espaço para tietagem. Sabe aqueles caras que você curte na internet, os famosos que viraram celebridades graças ao seu humor desmedido (ou a falta dele), a alta roda das mídias sociais e os profissionais mais conhecidos e badalados da área digital? Muitos deles dão as caras nos corredores e palcos da Campus Party. E não existe nada de estrelismo nessa constelação de webcelebridades (bom, tem algumas raras exceções). De qualquer maneira, você pode chegar lá e levar um papo com esse pessoal numa boa.
Entendeu?
Campus Party é sobre tecnologia, sem dúvida nenhuma. Esse é o principal interesse de quem reserva uma semana a cada ano para experimentar os prazeres e as dificuldades (é, nem tudo são flores) da vida de campuseiro. Entretanto, a graça do negócio não está sobre a mesa das bancadas. A graça está do nosso lado sentado na cadeira ao lado. São as pessoas, as suas histórias e o que elas têm a dizer que fazem toda a diferença nesse mundo digital.
Baby Boomers, Geração X e Millennials
13 dez 2011
O pessoal da Box 1824 publicou no blog Ponto Eletrônico um infográfico bem bacana mostrando as principais diferenças entre as gerações dos Baby Boomers (a galera que nasceu nos anos 40 e 50), a Geração X (nascidos nos anos 60 e 70) e os Millennials (os jovens nascidos nos anos 80 e 90).
Apesar da minha certidão de nascimento declarar que sou um “X” por quase 1 ano e meio de diferença, me considero um típico Millenial no meu modo de vida, pensamentos e atitudes. :-)
E aí, você pertence a qual geração?
(clique na imagem para ver o infográfico)
Google: a evolução da busca
8 dez 2011
Ao longo da sua existência, o Google aperfeiçoou o seu algoritmo e implementou várias funcionalidades ao seu buscador. Graças ao empenho da sua equipe, o Google se transformou em sinônimo de pesquisa de páginas, vídeos e imagens na internet.
O vídeo abaixo mostra a trajetória do desenvolvimento do Google Search e deixa algumas pistas das novidades que estão chegando.
Infográfico: mudança nos hábitos de leitura (e-books)
21 out 2011
O consumo de e-books está cada vez mais popular.
De acordo com o infográfico da LiveScience, 1 em cada 6 pessoas nos Estados Unidos pretende adquirir um e-reader nos próximos 6 meses. Além disso, os dados também revelaram que os usuários de e-readers compram e leem mais livros digitais do que as pessoas que ainda preferem os livros em papel.

Fonte: LiveScience

